Em 2025, a percepção dos jovens sobre os seguros mudou profundamente, especialmente como resultado da mudança na sua relação com o dinheiro, a segurança e o seu futuro. Enquanto alguns ainda veem o seguro como uma restrição dispendiosa ou desnecessária, outros começam a vê-lo como uma ferramenta de proteção essencial, especialmente com as ofertas adaptáveis oferecidas por players como AXA, Allianz ou mesmo Groupama. Em particular, a Geração Z, muitas vezes percebida como distante dos produtos financeiros, revela um interesse crescente em planear o seu futuro, apesar dos seus hábitos de consumo centrados na espontaneidade e no bem-estar imediato. Um estudo recente realizado pela Deloitte destaca que estes jovens, embora bastante exigentes, estão também mais informados, mais prudentes e sobretudo mais preocupados com a sua proteção, nomeadamente em termos de seguros de habitação ou de saúde. No entanto, a sua percepção não é fixa, ajusta-se de acordo com a sua experiência, o seu orçamento e, sobretudo, o seu nível de compreensão das questões financeiras. A chave reside na capacidade das seguradoras de lhes oferecer soluções simples, transparentes e, sobretudo, que respondam às suas necessidades de flexibilidade. A percepção atual do seguro é também a compreensão de que ele pode ser uma verdadeira alavanca de independência, especialmente diante dos altos e baixos da vida. Os jovens procuram, mais do que nunca, fazer da sua relação com os seguros uma abordagem que lhes seja adequada, integrada no seu quotidiano e no seu futuro. E tanto mais que a oferta continua a evoluir, com jogadores como April, Luko ou Smatis que oferecem fórmulas inovadoras, muitas vezes digitalizadas, para os fazer querer participar e torná-los um verdadeiro aliado.

Como a Geração Z está redefinindo sua relação com os seguros em 2025
Para entender o que motiva esses jovens, precisamos analisar sua percepção de risco e segurança. De acordo com o último relatório da Deloitte, a Geração Z, com idade entre 23 e 27 anos, tem uma abordagem mais estratégica em relação aos seguros do que as gerações anteriores. Ao contrário dos mais velhos, eles planejam o futuro com certa precisão. Observa-se que aproximadamente 67% deles já têm em mente um horizonte de 1 a 5 anos para determinados projetos, como a constituição de um fundo de emergência ou a preparação da casa. No entanto, eles permanecem paradoxais: priorizam o bem-estar imediato, mas estão atentos ao futuro. A questão, portanto, é como converter essa atitude em um relacionamento mais duradouro com os seguros. A resposta reside, em parte, na capacidade das seguradoras de simplificar suas ofertas, mantendo-se inovadoras e transparentes. Empresas como a Luko e a April, por exemplo, estão capitalizando a tendência da digitalização para atrair esses jovens profissionais. Essas empresas oferecem assinaturas online, cobertura flexível e comunicação acessível e sem jargões. A facilidade de acesso é, portanto, fundamental para garantir que eles percebam o seguro como um passo natural em sua jornada. Além disso, esta geração também privilegia seguradoras que demonstram uma imagem autêntica e comprometida, o que explica a popularidade de certas seguradoras mútuas, como a Swiss Life ou a Covea, que integram valores responsáveis em sua abordagem de negócios. Para elas, a relação com o seguro é, acima de tudo, uma questão de confiança e simplicidade. A questão-chave: como podemos passar de uma relação totalmente digital para uma relação duradoura de confiança?
As expectativas dos jovens em relação ao seguro em 2025: entre a segurança e a simplicidade
Em 2025, torna-se evidente que a percepção dos jovens sobre seguros oscila entre o medo do risco e o desejo por um seguro simples. Diversos estudos mostram que a maioria deles deseja se sentir protegida sem se sentir sobrecarregada por uma grande quantidade de papelada ou condições complicadas. Por esse motivo, eles preferem cada vez mais ofertas online flexíveis que não exigem um compromisso pesado. Com isso em mente, empresas como MAIF e Swiss Life oferecem planos “à la carte” que permitem ajustar a cobertura de acordo com seus planos e orçamento. A transparência também é muito importante: eles querem saber claramente o que estão pagando e o que estão recebendo em troca. Por exemplo, quando se trata de seguro residencial, a chave é ter uma cobertura que se adapte ao seu estilo de vida, sem extras desnecessários. Outra tendência importante é o uso da comparação de preços. Hoje em dia, muitas pessoas usam sistematicamente sites de comparação para encontrar o melhor plano. A digitalização desempenha um papel fundamental nisso. Facilidade de uso, avaliações de consumidores e ferramentas de tomada de decisão tornaram-se fatores-chave em suas escolhas de seguro. A verdade é que eles buscam segurança mental acessível e acessível e, acima de tudo, uma que não pareça uma simples carteira. Portanto, sua percepção está mudando completamente, em parte graças a iniciativas como as da Allianz e da Groupama, que priorizam a transparência e a simplicidade em suas comunicações.

Por que a percepção dos jovens sobre seguros evolui com a experiência
Não é coincidência que, desde cedo, os jovens percebam finanças e seguros como algo atraente ou, ao contrário, desanimador. Sua relação com o dinheiro se forma já aos 7 ou 8 anos, de acordo com estudos recentes. Essas percepções iniciais moldam suas atitudes em relação a gastos, poupança e também a seguros. Por exemplo, aqueles que vivenciaram perdas ou experiências difíceis em relação à segurança financeira, como um ano difícil ou uma mudança de emprego, geralmente têm uma percepção mais responsável. Outros, por outro lado, priorizam a gratificação imediata e podem perceber o seguro como um fardo desnecessário. Com a proliferação de ofertas de seguros online, eles estão percebendo que sua relação com o dinheiro pode evoluir, especialmente com empresas como a Certificação Agrícola HVE ou seguradoras locais. A percepção do seguro também depende fortemente de campanhas de comunicação, depoimentos e exemplos concretos que mostrem como essa proteção também pode facilitar suas vidas. Correndo o risco de simplificar, podemos dizer que cada experiência pessoal, seja ela positiva ou negativa, lhes dá uma imagem mais ou menos clara do real valor do seguro e de seus benefícios.
Ferramentas digitais como catalisadoras da percepção positiva entre os jovens
Em 2025, a digitalização dos seguros representa uma verdadeira mudança de paradigma para a geração mais jovem. O acesso a ferramentas digitais poderosas permite que comparem, simulem suas apólices e até mesmo acompanhem seus reembolsos em tempo real. Atores como a oferta de produtos agrícolas adaptados, ou Luko, oferecem interfaces amigáveis e aplicativos móveis intuitivos que inspiram confiança e facilitam a gestão. A percepção do seguro torna-se então quase lúdica, mesmo para os PJ (jovens). A possibilidade de gerir tudo a partir do seu smartphone, aceder à sua cobertura em apenas alguns cliques ou beneficiar de apoio digital personalizado é um divisor de águas. Algumas plataformas também utilizam realidade virtual ou vídeo para explicar conceitos por vezes técnicos, como a cobertura em caso de acidente ou sinistro. A transparência e a facilidade de acesso reforçam a credibilidade e a confiança que os jovens depositam nestas novas ofertas. Em última análise, a sua perceção do seguro está a tornar-se mais positiva, especialmente quando estas ferramentas digitais combinam eficiência, acessibilidade e compromisso ecológico ou social.

Atores inovadores e a sua influência na perceção dos jovens em 2025
O panorama dos seguros mudou consideravelmente com o surgimento de novas empresas disruptivas ou totalmente digitais. Entre elas, Luko, April e AssurOne oferecem modelos muito diferentes de empresas tradicionais como AXA ou Groupama. Esses players inovadores frequentemente adotam uma comunicação mais direta, autêntica e responsável. Por exemplo, alguns destacam seus valores de transparência ou seu compromisso com o combate às mudanças climáticas, o que repercute particularmente entre os jovens. Sua influência não se limita à promessa de tarifas competitivas, mas também se estende à sua capacidade de mudar a percepção dos seguros, tornando-os mais acessíveis, compreensíveis e humanos. A presença dessas marcas nas mídias sociais, seu storytelling e sua capacidade de oferecer soluções personalizadas desempenham um papel fundamental nessa evolução. A concorrência se torna, então, uma força motriz tanto para preços mais baixos quanto para a melhoria dos serviços, contribuindo para uma percepção mais positiva e confiante dos seguros entre os jovens. Desafios e perspectivas futuras para a percepção dos jovens sobre seguros
Em 2025, parece que a percepção dos jovens sobre seguros continuará a evoluir, impulsionada por seu desejo de independência e sua busca por significado. As seguradoras devem antecipar essas expectativas incorporando maior transparência, flexibilidade e engajamento social. A integração de novas tecnologias, como inteligência artificial ou blockchain, também pode revolucionar sua relação com os seguros. Além disso, o surgimento de ofertas responsáveis, como aquelas que integram ações ecológicas ou programas de prevenção à saúde, reflete essa evolução. A relação futura dos jovens com os seguros também é uma questão de compartilhamento de informações, confiança renovada e respeito ao meio ambiente. A percepção deve se tornar uma relação simbiótica, onde cada jovem se sinta um verdadeiro ator em sua própria proteção. Muitos desafios permanecem, mas a inovação e a escuta ativa serão a chave para continuar a evoluir as percepções e, assim, transformar o seguro em um verdadeiro parceiro diário. Grandes marcas como Groupama e Allianz já entenderam que seu sucesso dependerá de sua capacidade de se adaptar rapidamente a essas novas expectativas.
Perguntas frequentes sobre a percepção dos jovens sobre seguros em 2025 Como a digitalização influencia a percepção dos jovens sobre seguros? Facilita a compreensão, o acesso às ofertas e a gestão diária, tornando os seguros mais acessíveis e menos abstratos.
Os jovens estão dispostos a pagar por um seguro responsável?
- Sim, em parte porque estão cientes do seu impacto social e ambiental. Empresas que integram estes valores, como a Covéa ou a Luko, têm uma imagem mais forte.
O preço continua a ser o principal critério para eles? - E não é só isso. Transparência, simplicidade e qualidade de serviço são igualmente importantes, se não mais, na escolha do seguro.
Como as seguradoras tradicionais devem se adaptar a essa percepção? - Oferecendo uma experiência moderna ao cliente, integrando valores sustentáveis e simplificando seus processos, mantendo sua credibilidade histórica.